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O Espaço

A Sua História

O Cineteatro Capitólio - Teatro Raul Solnado, localizado no Parque Mayer, constitui um marco fundamental na história da cidade de Lisboa e do país, tendo protagonizado, ao longo das décadas de 30 a 80 do século XX, um papel crucial na produção artística nacional e nas práticas culturais da cidade e da região de Lisboa. A história do Parque Mayer e do Capitólio é indissociável do percurso político, social e intelectual da capital e do país.

Do ponto de vista da programação a sua biografia pode descrever-se como espaço de diversidade, onde teve lugar o teatro de revista, o teatro de comédia, os espetáculos de jazz e de fado, as operetas e o circo, que atraíam públicos de todas as classes sociais. Um local trepidante de vida social e cultural que acolheu uma geração de artistas que marcam a história do país, como Raul Solnado, agora patrono do renovado cineteatro, José Viana, Beatriz Costa, Ivone Silva, Henriqueta Maia, entre muitos outros.

Para além do papel que desempenhou na história da cidade e do país, o Cineteatro Capitólio - Teatro Raul Solnado é, também, reconhecido internacionalmente pela sua relevância arquitetónica, assumindo-se como símbolo da arquitetura modernista na cidade de Lisboa e sendo classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983.


A sua Missão

O Cineteatro Capitólio reabre as suas portas, 30 anos após o seu encerramento, visando a realização de eventos pluridisciplinares públicos e privados que, respeitando a sua história, integrem novas dinâmicas programáticas, capazes de atrair públicos diversos, reforçando a oferta cultural nacional, dado tratar-se de um equipamento com características únicas.

Este projeto garante, desde logo, a colaboração de numerosas instituições e parceiros, que representam um selo de qualidade, conferem notoriedade e dignificam a sala, constituindo um ponto de partida essencial no relançamento da marca Cineteatro Capitólio, na comunicação do seu patrono, Raul Solnado e, sobretudo, na (re)descoberta deste espaço pelos mais variados públicos.

Valendo-se da sua arquitetura única e singular, tanto na fachada como no seu interior, o espaço do capitólio adequa-se aos mais diversos formatos e eventos, evidenciando-se a versatilidade da cena de palco, mas também do terraço, que permitem fomentar cruzamentos artísticos e gerar uma oferta perfeitamente adequada às características técnicas e lotação do espaço.

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